MacBook Neo 2 pode ganhar mais memória RAM
Próxima geração do notebook precisaria de reforço para atender às exigências do macOS 27.
Próxima geração do notebook precisaria de reforço para atender às exigências do macOS 27.

A Apple estaria trabalhando na segunda geração do MacBook Neo, agora com 12 GB de memória unificada e processador A19 Pro, o mesmo do iPhone 17 Pro. Segundo rumores, o notebook “econômico” ganharia essas especificações em 2027, para suportar os novos recursos de inteligência artificial do macOS 27.
Se confirmado, a mudança resolveria uma das principais demandas dos usuários da primeira geração, oferecendo mais margem para tarefas pesadas.
O primeiro modelo da linha Neo foi apresentado no primeiro semestre e se tornou um acerto comercial para a empresa, ao combinar desempenho satisfatório e preço competitivo. Os valores de prateleira sofreram reajustes recentes.
A provável mudança estaria ligada à evolução do software. A versão atual do portátil conta com o processador A18 Pro e 8 GB de memória RAM, conjunto ainda adequado para o uso básico, mas limitado para o processamento de modelos locais de IA, ferramentas que exigem manter grandes volumes de dados alocados na memória da máquina.
A próxima versão do macOS também exigiria ao menos 12 GB de memória para liberar certos recursos inteligentes. Dessa forma, a transição para o chip A19 Pro com 12 GB representaria uma capacidade 50% maior. Essa melhoria de hardware, indicada por vazamentos, evitaria que usuários mais exigentes, envolvidos com edição de vídeo ou desenvolvimento de aplicativos, enfrentassem limitações técnicas ou lentidão.

A arquitetura de memória unificada dos computadores com chip Apple Silicon entrega um aproveitamento de recursos superior ao dos notebooks tradicionais. Conforme análise do site 9to5Mac, o modelo de entrada atual lida bem com rotinas multitarefa, sendo capaz de gerenciar até 59 abas abertas no Chrome sem perder a estabilidade.
Caso as especulações se confirmem, o MacBook Neo 2 ampliaria ainda mais essa margem de segurança, além de tornar o dispositivo uma alternativa viável para um público maior. Isso ainda reduziria o risco de obsolescência em curto prazo.
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