Você teria? Vaza o dispositivo diferentão da Meta para usar no rosto
Imagem revela headset em estrutura mais parecida com óculos tradicionais.
Imagem revela headset em estrutura mais parecida com óculos tradicionais.

Imagens encontradas no aplicativo HorizonOS, da Meta, revelaram detalhes do próximo dispositivo smart da empresa, que lembra óculos e foi desenvolvido sob o codigonome Phoenix. Ele deve ser apresentado durante o Meta Connect 2026, que ocorre nos próximos dias 23 e 24.
O material mostra óculos muito diferentes dos headsets de realidade virtual da linha Quest, com design mais fino e armações semelhantes às convencionais, incluindo sensores instalados nas hastes. O aparelho é diferentão o suficiente para que você não ande na rua com ele, deixando isso para os óculos inteligentes tradicionais, com o em parceria com a Ray-Ban.
As imagens mostram detalhes como:
Os óculos de realidade virtual acabaram não sendo o sucesso que a indústria imaginava há alguns anos, o que, inclusive, colocou o Reality Labs em crise. Mas o principal nome da Meta neste campo acredita que o ponto é trazer as “vitórias” do Quest para aparelhos mais amigáveis.
“Há headsets por aí que entregam [mais recursos] e ninguém está os usando. […] Eu acho que leveza é um fator primordial em um headset. Eu acho que é mais importante que um monte de outros recursos”.
– Andrew Bosworth, em 2025
Apesar de lembrar óculos inteligentes, o Phoenix deve ser um headset de realidade virtual com lentes opacas. Ou seja, as imagens do ambiente que o usuário verá serão capturadas por câmeras e exibidas em telas internas.
A redução de tamanho vem da remoção de grande parte do hardware da estrutura principal. A placa-mãe, o processador e a bateria (a exemplo do Apple Vision Pro) devem passar para um módulo externo, chamado Stanley. O acessório se parece com um carregador portátil, tem saídas de ar para refrigeração e uma presilha para prendê-lo ao corpo. Ele é conectado ao headset por um cabo.

Os registros no Horizon OS indicam que o Phoenix deve usar o Snapdragon Reality Elite, lançado em junho pela Qualcomm. Outros vazamentos da cadeia de fornecedores apontam para telas micro OLED de 2560 x 2560 pixels.
O controle do sistema deve abandonar os joysticks usados pelos Quest: agora, a interação seria baseada em rastreamento ocular e gestos com as mãos. Isso, em grande parte, porque o foco pode estar no consumo de mídia, não mais em joguinhos de realidade virtual.
O aparelho também teria o Eye Unlock, sistema de autenticação baseado nos olhos para desbloqueio e compras. A tecnologia seria semelhante ao Optic ID, da Apple.
Outro recurso, que também lembra algo feito pelo Vision Pro, é o suporte aos Codec Avatars, que cria representações dos usuários em chamadas. Aqui, no entanto, devem ser avatares fotorrealistas.
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