A Motorola foi condenada pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) por divulgar informações enganosas sobre a memória RAM de seus smartphones. A empresa alega manter o compromisso com a transparência e a clareza das informações, mas as evidências disponíveis mostram o contrário.

Motorola diz que segue regras de transparência, mas as evidências mostram o contrário

Condenação do Conar

O Conar determinou que a Motorola deve adequar a divulgação de informações sobre a memória RAM de seus aparelhos. A encrenca começou quando a marca passou a destacar os celulares com até 24 GB de RAM, somando a RAM física com a RAM virtual, um procedimento incomum no mercado brasileiro.

Alegações da Motorola

A Motorola se pronunciou pela primeira vez desde que foi condenada pelo Conar. Em nota ao Tecnoblog, a empresa afirmou manter o compromisso com a transparência e com a clareza das informações, mas as evidências disponíveis na loja oficial dela mesma mostram o contrário.

Evidências Contrárias

A equipe de reportagem do Tecnoblog realizou uma averiguação ontem e encontrou inúmeros produtos com descrições que feriam a orientação do Conar. O timing citado na resposta não tem embasamento factual. A Motorola alterou algumas dessas páginas ao longo da própria sexta-feira, após a divulgação da notícia.

Prática de Somar RAM Física e Virtual

A Motorola sustentou que a prática de somar RAM física e RAM virtual era um

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