A GBU-43/B, conhecida como 'Mãe de Todas as Bombas', é uma arma convencional extremamente poderosa desenvolvida pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea americana. Com um poder explosivo equivalente a cerca de 11 toneladas de TNT, ela é capaz de destruir uma área equivalente a nove quarteirões urbanos. Embora seja uma das armas mais potentes dos EUA, sua eficácia é limitada para alvos profundamente enterrados, como as instalações nucleares no Irã. A MOAB foi testada pela primeira vez em 2003, na Flórida, e é lançada de aeronaves militares de transporte, como o MC-130, com auxílio de um paraquedas. Ela detona no ar, espalhando uma intensa onda de choque. Apesar de sua eficácia em áreas extensas, a MOAB não é projetada para penetrar o solo o suficiente para destruir instalações nucleares profundamente enterradas. Essa limitação é particularmente relevante no contexto do Irã, onde instalações nucleares podem estar profundamente enterradas. A possibilidade de usar a MOAB contra o Irã levanta preocupações sobre a segurança civil e a eficácia da operação. A bomba foi usada pela primeira vez em combate em abril de 2017, durante o primeiro mandato de Donald Trump, com sucesso em destruir uma rede de túneis fortificados do Estado Islâmico no Afeganistão. No entanto, o uso da MOAB contra instalações nucleares profundamente enterradas no Irã é altamente questionável. Para operações semelhantes, os EUA podem considerar outras armas, como a GBU-52, que é projetada para penetrar o solo e destruir alvos profundamente enterrados. Em conclusão, a 'Mãe de Todas as Bombas' é uma arma poderosa, mas sua eficácia é limitada para alvos profundamente enterrados, o que torna sua aplicação no Irã uma questão de debate. Boas práticas operacionais incluem a necessidade de uma avaliação cuidadosa dos alvos e a consideração de alternativas mais eficazes para operações semelhantes.
