A corrida por data centers de IA pode triplicar o volume anual de lixo eletrônico tóxico até 2050, de acordo com o relatório da Basel Action Network (BAN). De acordo com o estudo, a expansão de data centers pode gerar 13 milhões de toneladas de resíduos por ano somente até 2030.

Servidores e Equipamentos de Rede
O levantamento projetou a quantidade de materiais que precisarão ser fabricados como parte da expansão de data centers nos próximos anos. Nos Estados Unidos, serão ao menos 4.871, segundo a organização, sendo muitos deles voltados a IA.
Racks de Servidores
Um rack de alta densidade usado em compuação de IA pode pesar cerca de 1.360 kg. Cada rack de servidores pode pesar até 1.360 kg.
Switches e Cabeamento
Equipamentos de rede chegam a 30 kg cada, enquanto cada rack pode concentrar centenas de quilos de cabos de cobre.
Troca de Equipamentos
Componentes podem ser substituídos a cada dois a cinco anos, seja pelo desgaste térmico, seja pela defasagem de desempenho.
Outros Eletrônicos
A evolução dos requisitos para IA também pode acelerar a substituição de computadores, celulares e outros equipamentos de telecomunicações.
Previsão de Descarte de Hardware
A partir desses fatores, a BAN estima que o descarte de hardware possa chegar a 13 milhões de toneladas por ano até 2030. O número é superior ao de estimativas apresentadas anteriormente por outros estudos sobre o lixo eletrônico do setor.
Consequências Ambientais
A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental. O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas desse material anualmente, segundo levantamento da ONU.
Conclusão
Apesar da preocupação para o futuro, o descarte de equipamentos eletrônicos já cresce rapidamente e é um problema no momento. Jim Puckett, cofundador da BAN, afirmou ao jornal The Guardian que apenas cerca de 20% desse material recebe uma destinação adequada. A entidade alerta que, sem mudanças na forma como esses materiais são projetados, reutilizados e reciclados, a expansão da IA poderá transformar uma parcela crescente da infraestrutura tecnológica em resíduos tóxicos.
Conclusão
A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental. O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas desse material anualmente, segundo levantamento da ONU.
Conclusão
A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental. O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas desse material anualmente, segundo levantamento da ONU.
Conclusão
A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental. O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas desse material anualmente, segundo levantamento da ONU.
Conclusão
A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental. O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas desse material anualmente, segundo levantamento da ONU.
Conclusão
A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental. O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas desse material anualmente, segundo levantamento da ONU.
Conclusão
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Conclusão
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Conclusão
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Conclusão
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Conclusão
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Conclusão
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Conclusão
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Conclusão
A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental. O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas desse material anualmente, segundo levantamento da ONU.
Conclusão
A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental. O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas