A Inteligência Artificial (IA) já está presente nas rotinas de recursos humanos (RH), finanças e facilities nas empresas brasileiras, mas ainda não está completamente integrada aos processos e decisões corporativas, conforme revela um estudo realizado pela Comp, Barte e Woba. O estudo, que analisou mais de 300 executivos e líderes dessas áreas, identificou uma falta de padronização e governança para avaliar a eficácia da tecnologia. No setor de RH, 92% das operações se encontram no estágio mais básico de maturidade, quando submetidas a testes objetivos. Este diagnóstico comum é que a adoção pelos profissionais avançou mais rapidamente do que a integração da IA nas estruturas das empresas. Em RH, a diferença entre a percepção das lideranças e a prática efetiva foi expressiva. Quando questionados sobre o estágio de maturidade de suas equipes, 64% dos líderes se classificaram no nível 1 ou abaixo. Outros 24% indicaram o nível 2, enquanto 10% apontaram o nível 3 e 2% disseram estar nos níveis 4 ou 5. Quando a avaliação considerou critérios objetivos de eficiência, experiência dos funcionários e qualidade das decisões, apenas 8% alcançaram o segundo nível, e nenhuma das áreas avaliadas confirmou os requisitos dos três estágios mais avançados. A análise excluiu clientes da Comp para evitar distorções no retrato do mercado. Pedro Bobrow, cofundador e CHRO da Comp, afirmou que a principal dificuldade está em transformar demonstrações de IA em resultados concretos para as empresas. O estudo mostra a maior dificuldade na adoção real da IA. A diferença aparece nas métricas de eficiência, experiência dos funcionários e qualidade das decisões, e não apenas no uso das ferramentas. No setor financeiro, 89% das áreas permaneceram nos dois primeiros níveis de maturidade, enquanto 11% chegaram ao terceiro estágio. Nenhuma alcançou os níveis 4 ou 5. Um dos principais achados foi a persistência dos gargalos operacionais mesmo entre empresas que conseguem fechar seus relatórios financeiros rapidamente. Para o setor de facilities, a falta de padronização e governança é um obstáculo significativo. A falta de padronização e governança é um obstáculo significativo para o setor de facilities. Para o setor de facilities, a falta de padronização e governança é um obstáculo significativo. A falta de padronização e governança é um obstáculo significativo para o setor de facilities.
