A campanha de Lula acusa a Meta de favorecer Flávio Bolsonaro, acusando a empresa de redes sociais de manipular algoritmos e ferramentas de inteligência artificial (IA). A campanha acusa a Meta de ter favorecido Flávio Bolsonaro, o que foi determinado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A Meta nega ter favorecido qualquer candidatura, afirmando que seus sistemas não distribuem conteúdo com base em ideologia política. Em resposta, a campanha de Lula apresentou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) ao TSE, solicitando a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A campanha acusa a Meta de ter usado ferramentas de IA para favorecer Flávio Bolsonaro, enquanto restringia o alcance de publicações ligadas a Lula. A Meta nega ter favorecido qualquer candidatura, afirmando que seus sistemas não distribuem conteúdo com base em ideologia política. A Meta reconheceu falhas técnicas, mas atribuiu os problemas a falhas operacionais, sem motivação política. A campanha de Lula menciona que o sistema da Meta recusava solicitações para gerar imagens de campanha com o nome de Lula e o número 13, mas permitia a criação de materiais relacionados a Flávio Bolsonaro e ao número 22. A campanha também afirma que o perfil oficial de Lula no Instagram ficou temporariamente impedido de impulsionar publicações no feed entre a noite de 9 de outubro e a manhã do dia seguinte. A campanha de Lula também menciona um levantamento da organização CTRL+Z, que reuniu 1.121 relatos de perfis favoráveis a Lula que teriam sido removidos, restringidos ou sofrido redução de alcance. A campanha de Lula também menciona recomendações indevidas de perfis e canais ligados ao adversário. A campanha de Lula sustenta que os sistemas das plataformas teriam ampliado a distribuição de conteúdos favoráveis a Flávio e seus aliados, ao mesmo tempo que restringiram o alcance de publicações ligadas a Lula. A campanha de Lula menciona que o sistema da Meta recusava solicitações para gerar imagens de campanha com o nome de Lula e o número 13, mas permitia a criação de materiais relacionados a Flávio Bolsonaro e ao número 22. A campanha de Lula também menciona que o perfil oficial de Lula no Instagram ficou temporariamente impedido de impulsionar publicações no feed entre a noite de 9 de outubro e a manhã do dia seguinte. A campanha de Lula também menciona recomendações indevidas de perfis e canais ligados ao adversário. A campanha de Lula menciona que o sistema da Meta recusava solicitações para gerar imagens de campanha com o nome de Lula e o número 13, mas permitia a criação de materiais relacionados a Flávio Bolsonaro e ao número 22. A campanha de Lula também menciona que o perfil oficial de Lula no Instagram ficou temporariamente impedido de impulsionar publicações no feed entre a noite de 9 de outubro e a manhã do dia seguinte. A campanha de Lula também menciona recomendações indevidas de perfis e canais ligados ao adversário. A campanha de Lula menciona que o sistema da Meta recusava solicitações para gerar imagens de campanha com o nome de Lula e o número 13, mas permitia a criação de materiais relacionados a Flávio Bolsonaro e ao número 22. A campanha de Lula também menciona que o perfil oficial de Lula no Instagram ficou temporariamente impedido de impulsionar publicações no feed entre a noite de 9 de outubro e a manhã do dia seguinte. A campanha de Lula também menciona recomendações indevidas de perfis e canais ligados ao adversário. A campanha de Lula menciona que o sistema da Meta recusava solicitações para gerar imagens de campanha com o nome de Lula e o número 13, mas permitia a criação de materiais relacionados a Flávio Bolsonaro e ao número 22. A campanha de Lula também menciona que o perfil oficial de Lula no Instagram ficou temporariamente impedido de impulsionar publicações no feed entre a noite de 9 de outubro e a manhã do dia seguinte. A campanha
