Com as Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça regras importantes para garantir o sigilo do voto. Celulares e outros dispositivos eletrônicos que possam registrar, transmitir ou divulgar a escolha do eleitor não podem ser levados para dentro da cabine de votação. A regra vale para o 1º turno e também para o segundo turno, a ser disputado neste domingo (25). A lista de dispositivos proibidos inclui máquinas fotográficas, filmadoras, óculos inteligentes que gravam imagens, relógios e pulseiras conectadas, câmeras corporais, microcâmeras, aparelhos de radiocomunicação, entre outros.

Celulares
Celulares são proibidos na cabine de votação. Além disso, máquinas fotográficas, filmadoras, câmeras corporais, microcâmeras, relógios e pulseiras conectadas também são proibidos. Óculos inteligentes que gravam imagens e aparelhos de radiocomunicação também estão na lista de dispositivos não permitidos.
Outros Equipamentos
Outros dispositivos que possam registrar imagens, captar áudio ou estabelecer comunicação também são proibidos. Isso inclui canetas, chaveiros, bonés, chapéus e broches. O TSE também proíbe objetos e acessórios que tenham câmera, microfone ou algum recurso de comunicação.
Exemplos de Equipamentos Proibidos
Exemplos de dispositivos que não podem entrar na cabine de votação incluem canetas, chaveiros, bonés, chapéus e broches. Além disso, aparelhos de radiocomunicação, câmeras corporais, microcâmeras, relógios e pulseiras conectadas também estão na lista de dispositivos não permitidos.
Exemplos de Equipamentos Permitidos
Apesar de muitos dispositivos serem proibidos, o TSE permite que o eleitor use o celular antes da votação para apresentar o e-Título ou outro documento de identificação em formato digital. No entanto, o aparelho deve ser desligado e deixado na mesa receptora após a identificação. Se o eleitor se recusar a entregar o celular, não será autorizado a votar naquele momento.
O que Fazer Se Houver Duvida
A presidência da mesa pode solicitar esclarecimentos ou pedir que sejam mostradas as características externas do equipamento quando houver dúvida sobre sua utilização. A orientação do TSE busca garantir que a escolha feita na urna permaneça sob sigilo durante todo o processo de votação.
Conclusão
A regra do TSE visa garantir que a escolha feita na urna permaneça sob sigilo durante todo o processo de votação, evitando práticas como a compra de votos e garantindo o caráter secreto do voto. A medida também visa preservar o caráter secreto do voto e impedir que a escolha seja registrada, transmitida ou divulgada.